PORTUGAL – Porto – Centro Histórico – I

Porto - Centro Histórico

CENTRO HISTÓRICO – PORTO

Agora vamos falar um pouco das principais atrações do Centro histórico do Porto. Já combinamos que o carro tem que ser deixado na garagem do hotel, andar é a melhor forma de conhecer a maioria dos locais que veremos, mesmo que algumas ruas estreitas e íngremes estejam no caminho.

Por falar em hotel, quero dar um pitaco aqui. Apesar da grande oferta de acomodações que pode ser encontrada no Booking, tenho uma particular queda pelo Grande Hotel do Porto, e explico. É um hotel clássico, localizado em uma histórica rua (de pedestres): Rua de Santa Catarina.

A RUA DE SANTA CATARINA

Rua de Santa Catarina

Por si só a rua já merece uma visita, em primeiro lugar abriga vários locais de interesse como exemplo o emblemático Café Majestic e a Capela das Almas, que falaremos depois. Por outro lado a Rua de Santa Catarina é um ótimo ponto de compras (aqui abriu a primeira loja Zara fora da Espanha, duvido que você viveria bem sem saber disso!), e por fim a rua tem uma arquitetura que cheira a aristocracia. Inclusive já foi residência de celebridades, como por exemplo o escritor Camilo Castelo Branco.

UM LUGAR PARA FICAR

Nela está o segundo hotel mais antigo do Porto, de 1880. O Grande Hotel do Porto. Seus corredores ainda guardam uma aura de século XVIII, as paredes com assinaturas de celebres hóspedes como Eça de Queirós, deixam o amante de história perdido em encantamento. Ali por exemplo, faleceu a última Imperatriz do Brasil, Teresa Cristina, em 1889.

E apesar de estar em uma zona de pedestres, o estacionamento do hotel fica na rua de trás, mas com ligação direta ao prédio principal. Recomendo.

OUTRO LUGAR PARA FICAR

Também recomendado e histórico é o Grande Hotel de Paris, na rua Rua da Fábrica 27, não muito distante de seu concorrente. Este, construído em 1877, ganha do Grande Hotel do Porto por 3 anos, é o Hotel mais antigo do Porto. Não tão célebre, mas igualmente encantador. Também recomendo.

CAPELA DAS ALMAS

Capela das Almas Vamos fingir que estamos hospedados no Grande Hotel do Porto, combinado? Sairemos cedo após o café da manhã, para conhecer aquela que considero um dos símbolos do Porto (eu disse um dos), a Capela das Almas. Então vamos subir por 230m na R. Santa Catarina para chegar até a Capela de Santa Catarina ou como é mais conhecida, a Capela das almas.

Uma das mais concorridas atrações da cidade, a Capela das Almas é uma bela construção em que se destacam seus azulejos típicos portugueses, um belíssimo mosaico contando a história da vida de São Francisco de Assis e de Santa Catarina. Apesar de ter sido construída no século XVIII, só em 1929 foram ali colocados os azulejos, o que tornou a Capela um site famoso da cidade. Antes, no entanto, as paredes eram rebocadas e caiadas de branco, nem consigo imaginar a diferença…

É realmente impressionante, na fachada e paredes laterais são mais de 15 mil azulejos revestidos em 360m² de parede. Dignos de nota, os azulejos foram restaurados em 1982. A Capela de Santa Catarina abrigou a Irmandade das Almas e das Chagas de São Francisco, daí ser chamada de Capela das Almas.

Capela das Almas Azulejo

NA PRÁTICA

Endereço: Rua de Santa Catarina, 428

Horário: Convém confirmar, mas oficialmente é seg-sex 07:30-19:00 – sáb 07:30-13:00/18:00-19:00 Valor: Gratuito

Se estiver em outro ponto da cidade, pegue o metrô e desça na Estação Bolhão

 

MERCADO BOLHÃO

É uma visita opcional, opcional. Até o momento não sei se já terminaram as obras de restauração. Mas vamos lá. Antes de ir em direção ao Rio Douro, ali perto da Capela das Almas está o Mercado Bolhão. É um mercado municipal com tudo que esse título dá direito. Bastante simbólico, foi inaugurado em 1914 e é autenticamente “portuense” ou “tripeiro”. Aliás, pausa para um momento história…

MOMENTO HISTÓRIA

Os nascidos no porto são chamados assim. Mas por que tripeiros?

Antes da era dos grandes descobrimentos, ali por volta de 1415 quando Portugal ainda tentava ser reconhecido como um grande país, era na margem do Douro que secretamente se construíam as Naus que partiriam para o desconhecido.

Nessa época o Infante D. Henrique, chamado “O Navegador”, mas que nunca comandou uma expedição (Contarei em outro MOMENTO HISTÓRIA), apareceu de forma inesperada para supervisionar o progresso das obras e não ficou muito satisfeito. Pediu então ao Mestre encarregado, Mestre Vaz, mais empenho e confidenciou a ele o real motivo da construção das embarcações.

Até então os boatos diziam que as Naus seriam para levar o Infante até Nápoles para se casar, outros que seriam para levar os Reis D. João I para visitar o Santo Sepulcro em Jerusalém. Mas até então ninguém conhecia o real motivo.

Depois de informado, o Mestre tratou de acalmar o Infante dizendo que, da mesma forma como fizeram durante a guerra com Castela, a cidade do Porto lhe daria todo apoio, incluindo aí enviar toda a carne da cidade e apenas comeriam tripas. Daí a alcunha de TRIPEIROS.

Comovido o Infante, que também era nascido no Porto, lhe disse que o apelido de tripeiros era uma verdadeira honra para a cidade do Porto. Assim surgiu também o prato típico da cidade, até os dias de hoje, as “Tripas a moda do Porto”.

Fim do Momento História…

DE VOLTA AO MERCADO BOLHÃO

Mercado Bolhão

Ali se vende carne, peixe, frutas, flores e mais uma gama enorme de variedades. São 2 andares que se distribuem em torno de um pátio central, com um movimento muito animado. Há lojas que parecem ter parado no tempo. Vale uma passada., eu adoro mercados municipais, acabam por mostrar a essência da cidade, mas esse em especial estava bastante degradado. Em maios de 2018 iniciou-se as obras de restauração do Mercado. A previsão de término é 2020, Ou seja, convém verificar as condições: http://www.mercadobolhao.pt/

São várias entradas, pela Rua Fernandes Tomas, pela Rua de Santa Catarina e outras. Acho que 4 no total.

Horário 8h às 20h de segunda a sexta / 8h às 18h ao sábado
Fechado aos domingos e feriados

Continuando nosso passeio, vamos agora descer, em direção ao centro histórico. Próxima parada: Igreja de Santo Ildefonso.

IGREJA DE SANTO ILDEFONSO

OK, essa pode não ser uma atração lá muito conhecida do Centro Histórico, mas garanto que é uma boa ideia. Gosto de Igrejas, são como um livro de história e arte e essa não deixa nada a desejar. Além do interior, para mim é uma das fachadas mais belas da cidade. De azulejos azuis é claro, porém com estilo diferente.

A Igreja surgiu de uma reconstrução em 1730, de uma que já existia no local. Foi então consagrada a Santo Ildefonso. São 2 torres sineiras na fachada e entre elas um nicho com a imagem do padroeiro. Os azulejos da parede são de 1932 com as cenas da vida de Santo Ildefonso, antes não existiam.

No interior destaca-se o teto em madeira da nave e os estuques ornamentais das paredes. Além disso, no coro alto do lado esquerdo, encontra-se um órgão de tubos datado de 1811, com 1092 tubos. A apreciar também a pia batismal que é um belíssimo bloco de mármore Carrara e os vitrais que filtram a luz solar dando um tom diferente a toda nave. Os detalhes completos de todas as obras você pode ver aqui e aqui.

A igreja abre todos os dias, e a visita é gratuita. Endereço: R. de Santo Ildefonso 11. Seg: 15h-18h, Ter a Sex 9h-12h / 15h-18h30, Sab e Dom 9h-12h45 e 18h-19h45.

OUTRA SURPRESA

Vamos seguindo, agora em direção a porção mais central da cidade, a Avenida dos Aliados, vá pela Rua 31 de Janeiro para ver uma outra surpresa não muito falada, mas vale a foto: IGREJA DOS CONGREGADOS.

Igreja dos Congregados

Seu nome completo é IGREJA DE SANTO ANTÔNIO DOS CONGREGADOS. Fica na Praça de Almeida Garrett, mais precisamente na Rua Sá da Bandeira 11, e foi construída em 1703 num local onde existia uma capela dedicada a Santo Antônio, datada de 1662, e que foi destruída alguns anos antes para a construção da Igreja, já que não comportava mais a quantidade de fiéis que ali assistiam as missas. Ficava anexa ao Convento da Congregação do Oratório. A capela mor foi reconstruída no século XIX, já os azulejos de sua fachada são de autoria de Jorge Colaço contando a vida do Santo e os vitrais de Robert Leone e datam de 1920.

Jorge Colaço também é responsável pelos painéis de azulejo da Estação de São Bento (1903) e pelo exterior da Igreja de Santo Ildefonso (1932), isso só na cidade do Porto.

AVENIDA DOS ALIADOS

Av Aliados

É a avenida mais imponente da cidade, o que se pode chamar de “Coração do Porto”. Aqui, na Avenida dos Aliados, ficavam todas as sedes bancárias e instituições financeiras e governamentais do país. Não corra, ande bem devagar para apreciar todos os detalhes. Mesmo que hoje os antigos jardins tenham sido sacrificados para a construção do metrô, e várias “modernidades” tenham desfigurado um pouco a antiga avenida, ali ainda estão belos desenhos da época de ouro do Porto. E mais, por exemplo é aqui que o F.C. do Porto comemora suas vitórias. É também onde acontece a “festa da virada” na passagem do ano, entre outras comemorações.

Incluímos nesse tópico também a Praça General Humberto Delgado, que abriga o imponente edifício da Câmara Municipal do Porto (Prefeitura). A partir dele dá para apreciar a beleza dos edifícios de outra perspectiva. Dali avista-se também as torres da Catedral da Sé.

Por outro lado, na parte de baixo da Avenida dos Aliados fica a Praça da Liberdade (por onde chegamos já que estamos vindo da Igreja dos Congregados). Ali encontra-se o enorme Palácio das Cardosas, que já foi um Convento e hoje acomoda o hotel INTERCONTINENTAL. Bem próximo dali, uma estátua de D. Pedro IV (o nosso Pedro I). Aliás esse era o nome da praça antes de mudar para homenagear os aliados da I Guerra Mundial.

ÔNIBUS TURÍSTICO

Todos os ônibus tipo “Hope On Hope Off” tem ponto e venda de tickets na Praça, além do metrô. Depois de apreciar e fotografar, sente-se em um dos muitos cafés por ali e observe o vai-e-vem da cidade passando á sua frente.

Depois disso vamos seguir virando à direita na praça da liberdade, pela Rua dos Clérigos até chegar a outro símbolo da cidade: A Torre dos Clérigos. Um símbolo do Centro Histórico do Porto.

TORRE DOS CLÉRIGOS

Antes de mais nada, esse é um monumento para quem está em dia com a academia, prepare-se. A Torre já foi por muitos anos o edifício mais alto de Portugal, imagine! Uma obra monumental, das mais famosas e visitadas do país. O conjunto é formado pela Igreja, Casa da Irmandade de São Pedro dos Clérigos e pela Torre. E está classificado como Monumento Nacional desde 1910.

O arquiteto responsável por essa emblemática obra encontra-se enterrado na Igreja, Nicolau Nasoni um italiano da Toscana. A obra terminou em 1763, concebida para dar apoio ao Clero. Mas vamos ao que interessa. Segundo a wiki:

“A Torre dos Clérigos ergue-se a uma altura de 75 metros e é escalonada em seis andares de escala diversa, terminando num belo e audacioso coroamento. Na fachada frontal abre-se a porta de entrada, encimada por um nicho com a imagem de São Paulo. Possui dois campanários e um carrilhão com 49 sinos, um dos maiores do país (adquirido em 1995). A comunicação vertical realiza-se através de uma escada interior com um total de 225 degraus (há controvérsias, dizem que são 240, não contei!), que dá acesso a dois varandins, em níveis diferenciados, de onde se desfruta uma ampla vista panorâmica sobre a cidade do Porto e arredores. Numa perspectiva a 360°”.

360°

Falando em 360°, aqui nesse site tem uma visita virtual da Torre bem legal…

Em épocas especiais, a torre fica aberta até 23hs, devido ao grande número de visitas. “A Torre dos Clérigos é, certamente, o ex-líbris da cidade, e um excelente miradouro sobre esta.”

E a Wiki continua. “Para além de servir como torre sineira, esta edificação teve outras utilizações ao longo dos anos. Por exemplo, serviu para marcar o tempo (através de um disparo diário de pólvora seca que assinalava o meio dia); foi telégrafo comercial; foi utilizada como marco de orientação para as embarcações que rumavam no rio Douro; serviu para hastear uma bandeira quando chegava o “paquete” para que os comerciantes soubessem da sua aproximação. Foi ponto estratégico para combates militares e políticos; e nos dias de hoje é, certamente, uma das mais importantes atrações turísticas do Centro histórico da cidade do Porto.”

Mas atenção, a escada é estreita e são 225 (ou 240) degraus, pode-se ir parando e apreciando até chegar ao terraço que mostra uma vista deslumbrante de toda a cidade, vê-se até o mar em dias mais claros.

E QUEM TEM MOBILIDADE REDUZIDA?

Um detalhe muito importante sobre acessibilidade. Estamos falando de um monumento que torna impossível a subida de pessoas com mobilidade reduzida. Então, em 2015 foi instalado na Torre um espaço que simula a magnífica vista da Torre dos Clérigos, destinado a essas pessoas. Sensacional né?

Este novo espaço é um “posto de percepção multissensorial” que simula a experiência de subida à Torre, tonando a experiência agora acessível a todos os visitantes. É um tremendo exemplo a ser seguido por vários monumentos mundo a fora. Se quiser saber tudinho, clica aqui.

A visita pode ser feita durante o dia ou a noite. http://www.torredosclerigos.pt/pt

BILHETE DIURNO (09H00 – 19H00)    Preço Torre + Museu dos Clérigos 5€
BILHETE NOTURNO (19H00 – 23H00) Apenas a Torre 5€
End: Rua de S. Filipe de Nery             http://www.torredosclerigos.pt

Perceberam que esse foi a primeira atração que falamos de valor para entrar até agora? Esse é o Porto!

LIVRARIA LELLO

Então, antes de seguir para uma merecida parada, ali do lado bem pertinho na Rua das Carmelitas mesmo, fica um ícone da cidade: a Livraria Lello. Ou como era antes, Livraria Lello & Irmão. Ou pode chamar também de Livraria Chardron, que foi a origem de tudo. Em 1869 Ernesto Chardon abriria uma casa-editora que chamou de “Livraria Internacional de Ernesto Chardron”. No entanto, esta estava situada na Rua dos Clérigos 96-98. Depois de muito “compra e vende, em 1894 acabou nas mãos de José Pinto de Sousa Lello e de seu irmão, António Lello. Já em 13 de janeiro de 1906 o novo endereço da Livraria Lello passaria a ser na Rua das Carmelitas 144, onde está até hoje.

Na ocasião da inauguração, o novo projeto feito por Francisco Xavier Esteves, “causou grande impacto no meio cultural da época. De entre as diversas figuras presentes na inauguração, encontrava-se Guerra Junqueiro, Abel Botelho, João Grave, Bento Carqueja, Aurélio da Paz dos Reis, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa.”, conta-nos a Wiki.

A razão Social mudou em diversas ocasiões, quando da entrada e saída de sócios, até que em 1995 passou definitivamente a designar-se simplesmente Livraria Lello.

A MAGIA DA FLOREIOS E BORRÕES

Se você é um entusiasta da saga Harry Potter, não pode deixar de incluir a Livraria em seu roteiro, pois foi nela que J.K. Rownling se inspirou para criar a Floreios e Borrões. Sim, a livraria onde o pequeno bruxo compra o material escolar necessário aos alunos de Hogwarts. A escritora morou na cidade do Porto, e era habitué da Livraria Lello.

Eu acho absolutamente TUDO maravilhoso nela. O impressionante vitral do teto, o acabamento em madeira, toda decoração e a forma como os livros estão distribuídos. Mas claro que o ponto alto é a soberba escadaria no centro da loja que leva ao segundo andar, toda em madeira com seus deslumbrantes degraus em vermelho.

A partir de 2015 a casa começou a cobrar entrada, porque o movimento da loja era basicamente de turistas que iam até lá apenas para conhecer. Mas se comprar algum produto, o ingresso é descontado. É proibido tirar fotos dentro da Livraria, mas quem obedece? A internet está cheia de fotos dos mais variados ângulos. Para não ficar vermelha, aqui reproduzo as fotos do site http://www.visitporto.travel/ OK? 🙂

Em 2016 a colossal vidraça de 8m de comprimento do teto foi totalmente desmontada para limpeza e restauração. Foi a primeira vez desde sua inauguração, depois disso sua beleza e luminosidade aumentaram mais ainda.

CANTINHOS E SURPRESAS

Cansou de tanta beleza? Então agora sim, pausa para um lanchinho! Não quero influenciar ninguém, até porque para qualquer lado que se olhe tem alguma vitrine com gostosuras expostas. Mas já que a próxima parada é a Estação São Bento, vamos caminhar mais uns 250m, de volta pela Rua das Carmelitas. Então vamos passar novamente pela Torre dos Clérigos e logo à frente, entrar à direita, na Rua Arquiteto Nicolau Nasoni. Ande um quarteirão virando à esquerda onde está a Capela Nossa Senhora da SIlva. É mais uma surpresa bônus da cidade. Paradinha.

O curioso edifício do século XV poderia passar despercebido, não fosse sua fachada que ostenta um oratório do século XVIII com a imagem de Nossa Senhora da Silva. A Santa é padroeira dos ferreiros serralheiros, anzoleiros e caldeireiros. É um altar todo ele trabalhado e ornamentado, protegido por uma cobertura em talha, bem interessante. Foto!

FINALMENTE É HORA DO LANCHE!

Dali tirando a foto, você já avista na Rua dos Caldeireiros 85 minha sugestão de lanche: A Sandeira do Porto.

Se tem uma coisa que os tripeiros sabem fazer bem é um sanduíche. O pão, os ingredientes, o tempero, tudo perfeito! O espaço não é grande, e invariavelmente terá uma fila à porta. Mas a casa é sempre elogiada pela sua rapidez e qualidade no serviço. Tudo parece delicioso, algumas indicações são: São João, sandes com tomate, pimento, sardinha e salsa. Também tem a Virtudes, com queijo de cabra, nozes e mel hummm. Que tal a Clérigos com olivada, queijo feta, tomate e manjericão? Isso sem falar nas saladas (a Bolhão vem com salmão fumado, queijo feta e azeitonas e um molho vinagrete). Por 6€, incluindo bebida e uma sopinha de legumes, virou um almoço né? Abre de 2ª a sáb das 09H às 00h00, mas fecha aos domingos. Veja tudo aqui

Agora sim, recuperados vamos seguir em direção a Estação São Bento, outro ícone da cidade

  1. Doug Esparsen

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